Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Livre Improviso

 

Fustiga-me a face o vento,

Dilaceram as minhas asas

Silvos cortantes, divina graça.

Sou surdo mudo cego, consento...

 

Penas à volta, céu todo o lado

Cantando minha voz de marfim,

Elevo-me como deus doirado

Não sendo, crio o Sol sem fim.

 

Sou senhor do tempo da esperança

Livre de sinónimos e ornatos

Deus-Rei de cabelos loiros e fartos

Sou pássaro livre, sou criança.


João
reflexo de turma 12º 12 às 14:05

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1 comentário:
De aaaaa a 8 de Março de 2008 às 20:58
estupida, eras tu

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