Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Outro Poema Enfador

I am a man, for I am able to think,

To cross and to reach the fields trough the power of my speach

To feel and to kill without regret nor remorse

As god gave me choice by weakness of force

Without my free will or consent to speak

 

he gave me his word which I have never heard

And to me, to his seed, asks me to look in the book

For the faith in the good, when I can't even read

 

I am a man, for I am able to feel

Thanks to my given senses, of which there are seven

Now and forever, apart and together

To see and to hear, to speak and to taste

The smell of this land that we're given to waste

The sixth and one more other too

The fear of god put into you.

 

For we are dammned to a mortal lifetime

Without any knowledge of the trial nor of the crime

Where the judge's fine is on the prosecuteur's smile

Sentenced at dawn, executed by morn

Without a warn of the games that he played nor the tricks that he made.

 

So I beg your attention, my fellows my friends

And be my reflexion,

Be the center of your perfection.

Be free and create using your love and your hate

But do not hate your mistakes unless you want to love your baits.

 

For we might end up in the hands of the man

With the plot that we've planned and forgot

So let us rebel now to live long enough to see

The day when you and me are born free

Some day, far away, we'll be born free from our society.

 

                    He whose name is not Alexander Cat.

música: Black Angel's Death; Horses.
reflexo de turma 12º 12 às 20:24

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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Sleep

Sometimes, I'd like to speak in my sleep

Just to know who I'd like to meet,

Long gone after counting sheep.

When I'm dreaming, meet me in my sleep.

 

For to wake up outside of time and space

Is to wake up outside of our human race

And to wake up at my own pace

To win the race that I've never dared to race.

 

Because Silence is our greatest friend.

After we die, we won't come back again.

For Silence is the End to end all ends...

Yes, silence is the End, to end all ends.

 

                         João

reflexo de turma 12º 12 às 18:10

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Heroína

Uma vez por mês... 

  Uma vez por semana...

   Uma vez por dia...

   Todos os dias, a toda a hora, agora, na casa dos teus pais enquanto não vêem, vai para a outra sala, esquece os teus amigos, eles só te trazem problemas, só te arranjam o frio sólido e deixa-te entrar na neblina, pára para deixar entrar o vapor e sente as tuas narinas, sente o teu corpo por uma última vez. Sozinho na tua casa, a toda hora, é só o que fazes. Quando foi o último, não importa, quando será o próximo é tudo em que pensas. Quando a tomas, és apenas tu o mundo. Não tens vergonha nem dignidade porque essa parte da humanidade, já a removeste de ti à muito tempo. A única coisa humana em ti são os teus sentidos e a voz da esquina. E se a tentam remover por metadona, tu irás pontapear, irás morder, irás arrastar-te até teres tudo o que queres e que é só uma coisa: Heroína.

 

   Quando foi a última vez que tive um chuto decente? Já nem me lembro, foi das primeiras. A partir de um certo momento que ocorre demasiado cedo, começamos a ansiar nem tanto pelo sentimento, mas pelo acto, pela libertação, pelo fim e não pelos meios. O nosso corpo começa a expandir e a nossa mente a atrofiar, ficamos cada vez mais alertas enquanto entramos numa cova lenta, sufocante e claustrofóbica. E ocasionalmente orgásmica. É aí que sabemos que estamos dentro. E sabemos que só por um grande milagre de Deus, é que vamos sair. À medida que o nosso corpo começa a criar tolerância e ela começa a entrar cada vez mais. Começamos a pensar no nosso corpo como um meio.

 

   Saio de casa e o nevoeiro tapa-nos os pés e a mente.  Começo a atravessar a rua escondido no meu cachecol. Sinto uma ligeira tontura e sei que o enjoo está para vir. O enjoo e a hipersensibilidade ao toque, à luz, a tudo menos a ela. Preciso de ajuda, preciso de alguém, qualquer pessoa. Eu sei o que vai a acontecer - Sinto o meu peito a apertar - Ninguém em volta - É desta, é desta, eu não consigo respirar. Meu Deus, eu não consigo respirar! Eu vou morrer. Eu vou morrer... Eu vou morrer... eu vou morrer... Mas não assim. Não agora. Só mais um, só preciso de... mais um.. Só preciso de encontrar... Preciso do meu homem.

 

 

   Encostado a uma parede, esguio e pálido, com um cabelo oleoso e uma cara cadavérica, Mefisto, trocamos almas, trocamos seres, trocamos histórias e fazemos negócio. Fausto, com menos vinte euros e um bolso atomicamente mais pesado. Vou para outra esquina, só para não lembrar ao pobre diabo a sua figura e também para não o fazer inflacionar o preço, se soubesse o quão desesperado estou. É a toda a hora, não me importa quem vê, não me importa onde estou, eu só preciso de mais um até ao próximo. Não tem nada a haver com inteligência ou com maldade, mas apenas com força de vontade. E quão realmente pequeno é o nosso desejo de viver.

 

   Eu percebo o processo. Mais rapidamente adquirida por injecção e metabolizando no fígado, ela é imediatamente convertida em morfina pelas enzimas celulares do meu cérebro.

 

   Queres falar comigo? Espera então, que estou quase lá. É só mais um pouco. Mas que me importa que queiras falar comigo, eu já não te quero! Desapareçam! Vocês não são nada, são espíritos, fantasmas talvez! Não me estraguem mais do que já sou e, por amor de Deus (Deus?), não me estraguem isto também! É isto! SIM! Isto é... isto é... Perfeito... ou quase perfeito. É Divino...

 

 

  E está uma rapariga a um canto. Tão bonita. Tão querida.  Vestida com os mais preciosos dos tecidos, mais colorida que um arco-íris no meio de uma cidade cinzenta e corrupta, aonde um homem pode comprar o seu inferno e o seu paraíso na mesma esquina. Tem os lábios vermelhos e os cabelos em caracóis, e a sua face é a mais doce visão do mundo, uma rapariga, um anjo, um milagre. E quero que tu me ajudes mas tu não me podes ajudar, nem com tudo o que tens, nem com todo o teu amor que te negaram e a inocência que te tiraram. Nem eu te posso ajudar, nem com tudo o que me neguei e me removi. Já nem homem sou, sou meio homem, incapaz de amar e nem sequer fazer amor... Por vinte euros, vendemos a nossa vida. Quando as minhas veias se romperem e pegarem fogo, as minhas artérias se tornarem em esgotos, o meu cérebro numa necrópole, a minha vida num exemplo e quem eu sou no esquecimento... 

 

   "Heroin, be the death of me
Heroin, its my wife and its my life
Because a mainer to my vein
Leads to a center in my head
And then Im better off and dead"

 

          Lou Reed

 

                             Tetricamente consanguíneo... Filipe.

  

reflexo de turma 12º 12 às 13:23

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Sábado, 13 de Setembro de 2008

Mofo

sinto-me humilhado e acho

que vou reclamar dizia

um nódulo roxo numa camisa verde.

o requinte dum vinho de reserva, frutado,

não se permite a ser desfrutado por seda

mal malhada, tingida de clorofila artesanal.

não, não, era errado. era um romance

Austríaco rebuscado, tão errado

como terem até uma semântica

diferente: bom - mediano; lúcido – verde,

sem afinidade, rubi num repolho.

na continuação do jantar,

o brilho apagou-se e

o calor das velas usou-se e

momentos brandos houve,

coloridos, mudos, embuchados de carne.

iam tremendo em períodos as chamas das velas

e a camisa empalideceu e

o nódulo roxo considerou

a conjunção de Outono

branco e roxo.

viva – morto. _ _

 

13/08/08

-         quarta-feira (20:50)

 

Gonçalo

reflexo de turma 12º 12 às 22:11

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Júlia

Olho para ti. Eu sei que te vais embora, mas não consigo pensar nisso. A minha pessoa não pensa que esta será a última vez que te vejo. Eu simplesmente não consigo raciocinar isso. Sinto que é apenas mais uma vez, e que amanhã ainda cá vais estar, aqui, no café, a dizer uma baboseira e estupidez qualquer ao Nico ou à Alexandra. Eu não acredito que tu te vais embora, Júlia.

            Estamos os dois ao pé do Nicola, tu a despedires-te das pessoas e eu à espera que fiquemos sozinhos. Finalmente a Sílvia pára de chorar baba e ranho e despede-se de ti, indo com o Nico e com a Maria ao mesmo tempo. Eu encosto-me a um canto e deixo-te despedires-te da Pontinhas. Dás-lhe umas quantas palavras de carinho e lá se vai ela também.

            -Vamos, voltemos lá para baixo - dizes tu, já pronta para ires ter pela última vez à quente e abafada cave do café - A Teresa e o Carlos ainda lá estão à espera.

            -Espera - digo eu - que quero dizer-te umas coisas.

            Desvias o olhar. Não sei porquê. Acho que não queres olhar para mim, sabendo que eu me vou estar a despedir e sabendo que estamos no fim. Ignoro esse gesto, eu sei que tu detestas despedidas. Pego nas tuas mãos, para procurar um conforto para o que te vou dizer. Quero sentir-te uma última vez, saber que estás aqui, física e mentalmente, saborear da nossa amizade um último instante.

            - Júlia, eu só queria dizer-te… Adeus. Tu és das pessoas mais importante para mim, e foste a primeira pessoa no mundo em quem eu confiei. Quero que saibas o quão tu és importante para mim. Sempre estiveste lá para mim, quando eu precisei e eu sei que te vais embora porque sentes que necessidade de fugir. Fugir dos problemas e começar num lugar novo. E…

            Deitas a tua cabeça no meu ombro e sinto o teu peito a arfar, um desejo desesperado por respirar profundo de forma a te acalmares. O melhor é sussurrar-te ao ouvido, tendo em conta que eu também já não me acho com forças para falar acima de um suspiro.

            -E … Não deixes que a vida te leve abaixo. Sê como és. Luta e sê feliz. Ouviste?

            Sinto-te no meu ombro a concordar. Levantas a cabeça e as lágrimas percorrem-te a face. Limpo uma da bochecha. Abraçamo-nos e sinto o teu corpo a tremer. Tento ser um pilar, tento reconfortar-te e tento ser forte mas nem forças tenho eu para suportar o meu peso.

            -Vamos lá para baixo então, digo eu.

 

            Arrumamos a nossa tralha e partimos os quatro. Telefono ao Nico, enquanto tu vais trocar uns dólares em euros, de modo a poder ficar mais uns quantos minutos e acompanhar-te. A Teresa vai-se embora depois de se despedir de ti. Ficamos três vamos à estação esperar pela Alexandra. Fazemos conversa de treta e falamos um pouco de outra coisa para além daquilo que já nos separa.

            A Alexandra, como sempre, atrasa-se, mas eu também não a posso censurar. Já cheguei uma hora atrasado a um encontro e mesmo tu, Júlia, chegas-te uma hora e meia quase atrasada para vires ter connosco, nós que cá ficamos enquanto tu te vais. Eu sei que cada atraso tem uma história por trás, mas eu tenho mesmo de ir. Espero pela Alexandra e ela chega. Despeço-me de vocês os três e sussurro-te ao ouvido “Boa sorte e sê feliz.” Já estou a subir as escadas e oiço-a a dizer algo sobre eu estar diferente.

 

            Chego a casa cinco minutos atrasado e telefono à minha mãe. Nem sei bem para quê. Espero uns minutos e o Nico começa a fazer umas pizzas no forno. Vejo um pouco de televisão, os Simpsons e mal acabam... Adormeço no sofá a ouvir música. Devem ser umas nove horas.

            Saí de ao pé de ti, Júlia, seriam umas sete e trinta e cinco. Passaram-se já umas quantas horas, são dez e quarenta e quatro da noite do dia vinte e nove de Junho e já dormi um pouco. Acordei agora mesmo e… E pronto.

            Decidi que tinha de te escrever isto, porque, apesar de o meu cérebro já o saber, o meu coração não processou ainda o teu desaparecimento da minha vida. Ainda imagino chegar aonde quer que vá, ao parque, à rua, ao café, e estares tu lá, sob o sol laranja, a sorrir e a dizeres as quaisquer coisas estúpidas que tu dizes. Ainda imagino-te lá simplesmente… A fazeres merda e porcaria, a rir-te como uma parva como te ris, nesse riso de golfinho que tens. E o meu coração já se enche de… um sentimento vazio. Se calhar nunca mais estarei contigo face a face e essa realidade enche-me o coração de mágoa e tristeza. Saber que nunca mais vou ver mesmo esse teu sorriso.

            Tenho que te escrever uma despedida melhor do que a que te fiz, simplesmente porque o devo fazer: Quando me conheceste eu era diferente, mais escondido e tímido, com medo do mundo e das pessoas. Do que pensavam de mim. Medo de quem eu era ou do que eu podia ser. E eu não vou falar do que aconteceu depois, de tudo o que eu pensei e de toda a estupidez que se passou entre mim e o Nico, entre eu e tu, e entre vocês os dois. O que se passou entre vocês é com vocês, e o que se passou entre eu e ele é connosco, mas estamos os três ligados. E quando eu estive em baixo, provavelmente a primeira vez na minha vida, tu estavas lá para me amparar e para ouvir. E eu não sei bem porquê, senti que podia confiar em ti, que tu realmente eras minha amiga, e foste a primeira pessoa no mundo a quem eu confiei. A primeira pessoa no mundo em que eu pensei que tinha uma amiga. Abriste o meu coração e a partir daí descobri que tinha tantos e mais amigos: o Carlos e a Alexandra, o Nico, a Teresa… A Sílvia e os outros tantos.

            Agora, acho que fui eu, não sei, que falhei como amigo. Passaste por maus momentos este ano e eu sei disso, e eu só me via impotente por te ajudar e não sei se dei o meu melhor, se eu podia ter evitado algo, se eu te podia ter ajudado e tornado o teu fardo menos pesado. Talvez se eu tivesse feito algo tu nem terias ido para onde fugiste. E não sabes como isso me come, pensar que depois de tudo o que significavas para mim, eu fui uma criança ingrata e nada devolvi, só consumi a tua gentileza sem nada para te recompensar. Sinto que nos afastámos um pouco e que eu… Eu não fiz nada para o modificar. Só te via em baixo e eu não era capaz de te levantar os problemas, não era capaz de carregar o teu fardo e… Sinto que tu tinhas problemas e eu não estive lá para ti e tu te foste embora antes que eu pudesse reconciliar-nos. Desculpa.

            Para acabar, digo-te mais uma coisa: que a importância que alguém tem não tem haver como número de pessoas que a amam. Só o quanto essas pessoas te amam. E tu tens todo o meu amor. Tu tens todo o amor da Alexandra e tantos outros. Tens amigos aqui e eu quero que te lembres disso sempre que estiveres em baixo. Só existe um número finito neste mundo de pessoas que eu ame e ponha a sua vida acima da minha e uma delas és tu. Eu queria só dizer isso, porque, mesmo que não sintas o mesmo por mim, saibas que… Nem eu sei bem o quero que tu saibas. Acho que o que eu quero que tu saibas simplesmente é: Eu amo-te e adoro-te, sendo tu uma pessoa incrível e só queria que estivesses aqui comigo a rir-te, como te ris. E acreditas que eu estou a chorar, eu que não choro, para além de umas fungadelas raras desde os doze anos, choro aqui sozinho na minha sala de estar às onze da noite?

            Eu devia ter-te ajudado mas agora tu vais-te embora, tentar reconstruir a tua vida num outro lugar, a mim só me resta dizer o que disse e desejar-te felicidades. Quem me dera saber o que dizer mesmo para além de torcer o dedo por ti e perdoar-te quando te esqueceres de mim, aqui escondido. Adeus Júlia. Boa sorte.

 

 http://www.youtube.com/watch?v=V5A2IAgyQEg

 

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reflexo de turma 12º 12 às 20:47

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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Auf Wiedersehen!

  Aos reflexos que eu mais gosto (que sabem quem são), venho só informar que vou deixar de participar no blog da nossa ex-turma,"12Reflexos".Pensei em esperar até o blog completar 2 anos,em fins de Outubro, mas achei que já não faz muito sentido continuar a vir aqui. E as pessoas a quem me dirijo (os tais reflexos que eu mais gosto,e pelos quais resolvo vir aqui,porque a eles devo uma explicação para me retirar deste blog) sabem bem o porquê. A partir do momento em que certas coisas acontecem,muita coisa muda. E vir aqui ou não vir começa a ser a mesma coisa. O que era antes,deixou de ser, não por nossa vontade, mas porque muitos motivos o fizeram.

  De qualquer modo,mantenho o meu blog pessoal,e está para breve um novo blog, partilhado com outros dois reflexos do '12'! !

  Gostei muito de fazer parte da construção deste blog,e de acompanhar tudo o que aqui foi publicado! Foi especial. Continuarei a visitar os vossos espelhos,e todas as vossas histórias,que eu tanto gosto ler e reler,só porque são vossos,só porque vocês são especiais,só porque o fazem melhor que ninguém.

Obrigada aos reflexos que eu tanto adoro! Beijinhos para os meus amores!=)

 

Inês Rocha

sinto-me: Desapontada.
reflexo de turma 12º 12 às 20:42

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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

Página em Branco

Fechei mais uma página. Já não havia espaço para escrever mais nada. Começo outra, tento retomar a inspiração. É como se tudo já tivesse sido escrito na página anterior que insisto em reler como se ao relê-la mudasse as palavras nela escritas, alterasse a história. Mas as palavras são fatais, uma vez escritas e ganham corpo e asas e vontade própria. Passam a ser reais e humanas. Mas nunca são verdadeiras, são verosímeis apenas. Não acredito em nada que digo, parece que falta sempre algo indizível, que faria toda a diferença. Pena que se fosse dito causaria problemas. Politica ou moralmente correcto? Raras vezes dá para conjugar. E se dissesse? Dizer o quê? Talvez para além de indizível seja também impensável. Quem sabe…

Às vezes as palavras esgotam-se e as frases tornam-se apáticas. É totalmente involuntário. Então, limito-me a ver passar os carros na estrada sentada na berma, a sentir o vento demasiado frio ou razoavelmente fresco. É impossível atravessar esta estrada, há muito que sei disso. Apenas me entretenho a ver passar os carros, numa atitude analítica, enquanto não arranjo outra estrada menos movimentada para atravessar.

Não há nada a fazer nem a dizer. Deixarei a página em branco.

Silvie

 

reflexo de turma 12º 12 às 20:34

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