Segunda-feira, 24 de Setembro de 2007

Luta

      


 

     Choro. Não porque estou triste, mas porque aprendi que a vida é uma luta constante. É difícil vencer a luta que a vida é. A derrota causa dor, sofrimento, angústia. Como é doloroso aceitar o fracasso e assumir um erro! Lágrimas, um mesclado de loucura e lucidez, gritos de pânico, a aflição e o terror pregados em cada esquina e a força que desaparece na Noite gélida e cruel e uma tentativa absurda de agarrar a corda para escapar ao sufoco.
     Rastejo. Sangro. Cada movimento dilacera as feridas do meu corpo.

     Não consigo ver o caminho. Apenas sinto o cheiro a paz podre que me alimenta e consome toda a minha alma. Quero persistir mas sei que vou desistir. A pusilanimidade faz parte de mim. Sou fraca, medrosa e inútil. Por isso desiludo e estrago tudo aquilo em que toco. Não tenho armas de defesa nem de ataque.

     Vasculho os restos indeléveis de esperança e prazer mas não consigo encontrá-los, pois o mundo é demasiado complexo e perverso para quem vive.

     Quando acordo para a realidade brado aos céus e desespero. Nada é tão bom como viver na ilusão! Por isso voo até à mais alta planície com as minhas asas de fantasia e sonho acordada na expectativa de que todos os meus pesadelos morram.

      Desfaço a minha vida em ritmos sucessivos. Deixo o meu corpo cair na estrada molhada como uma pedra largada. Entrego-me aos braços do vento que sopra intensamente.

       Estou cansada de lutar.

       É Inverno. Vou renascer do nada.

 

                                                                          Daniela Freitas

sinto-me: Cansada
reflexo de turma 12º 12 às 22:33

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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007

Homenagem a Aquilino Ribeiro (1885-1963)

"Alcança quem não cansa"

 

Aquilino Ribeiro: Meio milhar de pessoas assistiu à cerimónia de trasladação no Panteão Nacional


Lisboa, 19 Set (Lusa) - Cerca de 500 pessoas assistiram hoje à trasladação dos restos mortais do escritor Aquilino Ribeiro para o Panteão Nacional, em Lisboa, numa cerimónia pautada por discursos elogiosos à sua vida e obra.

"Aquilino fez da escrita um espelho do mundo e uma arma de intervenção. Foi (e é) exemplo de fidelidade à terra, de fidelidade à Língua Portuguesa, de fidelidade à República e à liberdade", disse António Valdemar, membro da classe de Letras da Academia das Ciências, no elogio fúnebre.

(...)No início da cerimónia, com a urna coberta com a bandeira nacional, colocada no centro do Panteão e ladeada com uma guarda de honra da GNR, ouviu-se o hino nacional e uma leitura de excertos de "O Malhadinhas", pelo actor Ruy de Carvalho, que provocou sorrisos na audiência.

Classificando-o como "um dos grandes prosadores da literatura portuguesa do século XX", o Presidente da República destacou a riqueza do universo de Aquilino Ribeiro, "povoado de tipos que todos conhecemos" e no qual "continuamos a encontrar o homem português a cada página".

"Ler Aquilino é ler um certo Portugal, mas é também ler o mundo", resumiu, manifestando a sua admiração por uma obra literária que espera que "continue a ser lida e acarinhada pelas gerações futuras do nosso país".

ANC.

Lusa/Fim, in JN Digital, 19 de Setembro de 2007

 

a prof

 

 

 

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reflexo de turma 12º 12 às 18:11

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Orfeu Rebelde

Orfeu rebelde, canto como sou:
Canto como um possesso
Que na casca do tempo, a canivete,
Gravasse a fúria de cada momento;
Canto, a ver se o meu canto compromete
A eternidade do meu sofrimento.

Outros, felizes, sejam os rouxinóis...
Eu ergo a voz assim, num desafio:
Que o céu e a terra, pedras conjugadas
Do moinho cruel que me tritura,
Saibam que há gritos como há nortadas,
Violências famintas de ternura.

Bicho instintivo que adivinha a morte
No corpo dum poeta que a recusa,
Canto como quem usa
Os versos em legítima defesa.
Canto, sem perguntar à Musa
Se o canto é de terror ou de beleza.


                        Miguel Torga

Quis responder ao desafio lançado pela altura das comemorações em nome do grande Miguel Torga, e aqui está!  Embora venha um pouco atrasado!

música: excalibur - Vangelis
reflexo de turma 12º 12 às 14:40

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Café da manhã

     


       Um sol brilhante. Um céu azul e profundo. Uma brisa leve e doce. Um cheiro a relva acabada de ser regada.
A poucos metros, mistura-se o cheiro do pão fresco com o aroma da manhã.
    Lá, ao fundo da rua, crianças jogam à bola, soltam gritos estridentes, celebram cada golo com inocência. Ao mesmo tempo, carros buzinam, camiões transportam cargas e táxis recebem clientes.
    Aqui, mais de perto, do outro lado da rua, os vendedores preparam os últimos arranjos para abrirem as suas lojas.

      Aqui, ainda mais de perto, deste lado da rua, atrás de mim, as empregadas de mesa andam atarefadas, dum lado para o outro, levando os respectivos tabuleiros com os respectivos pedidos, "Um café cheio, bem forte, Dona Esmeralda!"; "Era uma torradinha e um suminho de laranja, se faz favor"; "Uma bica, carago!"; "Queria um bolo, por favor"...
     Enquanto o trabalho toma conta do estabelecimento, eu sento-me aqui, em plena esplanada, a saborear o que está à minha volta.
     Bebo o meu café e, por mim, passa uma bela mulher, de vestido branco, alta, com uns maravilhosos cabelos negros... Os seus delicados passos fazem-na deslizar por mim, deixando para trás um perfume cujo aroma me causa uma sensação forte... Desejo talvez...
    "Um capuccino, para levar, se faz favor", faz o seu pedido. A sua voz é melódica e os seus gestos são perfeitos. Paga pela bebida e sai do café. Passa por mim outra vez, arrastando consigo o divino perfume...
    Pego na minha chávena. Ela pega no seu copo de cartão. Os nossos lábios aproximam-se do devido recipiente com a mesma velocidade, o mesmo ritmo e com a mesma intenção. Tocamos, ao mesmo tempo, no ponto certo: ela no seu capuccino, eu no meu café. Sinto como se estivéssemos a dar um beijo. Um beijo amargo e doce - café e açúcar.
      Ela continua o seu caminho e desce a rua. Rapidamente, desaparece do meu campo de visão.
      Eu continuo o meu saborear e sento-me nesta cadeira. Devagarinho, folheio o jornal.
      Huuuum... Ainda bem que há dias assim.

      D-Furikuri  =)
sinto-me: Bem!
música: I・ZA・NA・I・ZU・KI - NEWS
reflexo de turma 12º 12 às 09:28

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Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

Dia

  

estava agora a pensar que ando há anos a dizer para comigo que preciso de algo que me complete.

   tenho vindo a testar algumas hipóteses. esmoreço de vergonha e frustração e alguma raiva de mim próprio de querer tanto algo, planear, prometer e fracassar. não está ao meu alcançe... pode ser que estejam outras tantas mais, outras que não ambiciono...esta sensação corrói-me os nervos...preciso de tudo, não encontro nada. 
   a minha mente jovem, precocemente devastada por insanidade e falta de descanso leva-me a várias reacções e determinados comportamentos mal aceites, mecanismos de defesa. antes de restaurar os bons modos, um fôlego poupa-me ordinarices.
   experimentei ficar calado. foi-me possivel, durante uns tempos, avaliar algumas conversas e perceber algumas reacções animais, tão primitivas, cruas; outras tão fingidas e politicamente correctas: estudei as pessoas, tirei proveito, encontrara ferramentas novas, para sobreviver a um meio tão selvagem como a escola, sociedade.
   experimentei permanecer o melhor, entregar-me e dedicar-me a um exclusivo objectivo. permaneci o suficiente para querer mais.
   experimentei marcar a minha presença, duma maneira ou de outra, visto que tenho um "standart" de como agir na sociedade, tendo obtido resultados positivos e cansaço, pelo que desisti. fracasso. cansaço.
   experimentei tanto mais. tanto mais mudei. tanto mais desejei e tentei e consecutivamente persegui... 
   experimentar, ao fim do dia, deitado e suspirando, aparece como sendo um acto de valor... 'é tempo de vida, mas também, se não encontro outra coisa'.
   e disto se faz um dia, semanas e demandas. entre tardes sozinho, deprimentemente bebendo sozinho, a pensar escrever estas coisas, sei que pairam espectativas sobre mim. espectante de experimentar e gostar e repetir, tentar enfim; espectantes multidões para que confesse que a cara séria de todos os dias há-de querer explorar nela saborosas experiências, reencontros.
   no caminho presenteio-me com descanso, uma jornada, um único prémio, a tentativa, o prémio de consolação. mas sei que experimentar foi o meu objectivo cumprido. experimento as sensações do mundo, do bom e do mau, que gostei de menos. porque no mundo, o que há de bom já não sabe tão bem como antes. 
Gonçalo Julião.                                                 18/09/07
música: Punch Me I Bleed - Children Of Bodom
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reflexo de turma 12º 12 às 19:06

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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

Emily

   Um texto antigo, apenas para animar:

“EMILY”

 

Era uma vez uma rapariga. Esta rapariga não era como as outras meninas. Enquanto as outras brincavam com as suas bonecas e vestiam os seus vestidos cor-de-rosa e tomavam chá em chávenas vazias, Emily passara a sua infância escondida. Ouvia os pianos em vez das cantoras, punha batom nas bochechas em vez dos lábios, falava com os gatos e não com as outras meninas mas o que a mais separava de todas as outras meninas, é que Emily só tinha um nome. Emily. Nenhum apelido.

Agora, Emily encontrava-se nos seus vintes tardios e tinha uma profissão diferente das outras meninas. Enquanto elas eram cantoras e secretárias e governantas, Emily era escritora. O cabelo, castanho e caótico, pendia-lhe do crânio como um fado, para lhe tapar os óculos; o fumo proveniente das beatas, apagadas à pressa num cinzeiro carbonizado, transmitia um ambiente tenebroso ao seu quarto, apenas para ser quebrado pela madrugada.

Numa secretária à frente da janela, onde repousava a pena e o tinteiro, haviam sido escritos muitos contos no seu tempo. Os pianos da infância de Emily. Mas neste momento, a secretária era nada mais que um corpo cadavérico escrevinhado pelas gerações.

Emily levantou-se da sua cama, pousou a garrafa de Jack Daniels sobre o tampo da secretária e, dando uma baforada num Camel ou num Malboro, agarrou na pena e mergulhou-a no tinteiro. Começou a escrevinhar numa folha amarela e após ter lido e reflectido, risca o que acabara de escrever. Amarrotando o papel, atira-o contra o vidro e aos céus, na sua voz rouca, grita … um palavrão.

Emily era uma rapariga muito bonita.

Bebendo um pouco mais do seu elixir milagroso, observou o conjunto de folhas amarrotadas, papéis rasgados e pergaminhos sujos. Naqueles papéis, os versos narravam histórias de romance, de batalhas e pirataria.

Mas neste preciso momento, algo de inesperado está para acontecer. Os olhos de Emily divagam e assim começa – Uma ideia irrompe na sua cabeça: Quase que como num antigo relógio suíço posto a funcionar, as roldanas começam a rodar, os parafusos enterram-se na epiderme e os pêndulos começar a fazer aquilo que os pêndulos normalmente fazem. O movimento volta à sua pequena tola. As metáforas e hipérboles, já antigas, associam-se a novas ideias e começa a surgir um início. Umas frases feitas, uns estereótipos e clichés e ela tem meio. Agora só necessita de um fim e Emily, pela primeira vez, já sabe qual será:

 

“Era uma vez uma rapariga. Esta rapariga não era como as outras meninas. Enquanto as outras brincavam com as suas bonecas e vestiam os seus vestidos cor-de-rosa e tomavam chá em chávenas vazias, Emily passara a sua infância escondida. Ouvia os pianos em vez das cantoras, punha batom nas bochechas em vez dos lábios, falava com os gatos e não com as outras meninas mas o que a mais separava de todas as outras meninas, é que Emily só tinha um nome. Emily… “

 

João

sinto-me: Sentido
música: Hi - Psapp
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reflexo de turma 12º 12 às 11:47

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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

Insónias

        Foste-te embora. Abandonaste-me…Quando eu mais precisava de ti.
        Estas palavras… Sim, estas foram as últimas palavras que ouvi da boca dela. Estas palavras que me assaltam todas as noites, me invadem pelas insónias adentro…
        Foste-te embora. Fui-me embora… Abandonaste-me. Não, não te abandonei… Quando mais precisavas de mim? Não, não te abandonei quando mais precisavas de mim… Não, não te abandonei! NÃO!
        Argh… Não consigo dormir… Outra vez.
        Para onde foste? Já nem sequer estás aqui, mas continuas cá. A tua presença está por todo o lado… Por cada lugar que passo, em cada sítio que estou, cada café que bebo, cada momento que absorvo, cada objecto que observo, cada som que oiço, cada vez que chego a casa, sempre que tomo banho, que oiço música, que trabalho… Tu estás lá: o teu cheiro, o teu aroma, o teu perfume, os teus lábios, a tua pele, a tua suavidade, os teus cabelos cor de chocolate… Sim, fazes-me lembrar chocolate, o nosso doce preferido… Íamos chamar o nosso filho de Chocolate, lembras-te? Haha… Agora que recordo isso, tem piada… Chocolate… Que nome para darmos a uma criança! Mas estavas apaixonada, naquela altura... (Eu ainda estou…).
        Para onde foste? Para onde levaste o nosso sonho? O nosso Chocolate? Ainda te respiro, sabes? Ainda te sinto… Aqui na minha cama, cada vez que durmo (ou tento!). Em cada suspiro em vão, em cada toque na almofada de neve… No lençol de cegonha… Onde trocávamos carícias infinitas, beijos molhados… Eu tocava-te daquela maneira que só eu sabia… E tu murmuravas palavras obscenas no meu ouvido daquela maneira que só tu conseguias… Cada vez que entrava em ti e tu gemias o meu nome e aquelas palavras mágicas, agora utópicas… Amo-te, Pedro Agora utópicas… Aqui nesta cama… E em cada outra cama… Sim, noutras camas… Durmo com outras mulheres para te esquecer, mas não consigo. Olho para elas e elas não são nada… Comparadas contigo, elas não são absolutamente nada! Sinto nojo ao tocá-las, parecem corpos em decomposição, prestes a lançarem a sua podridão para cima de mim e sufocarem-me com o seu líquido espesso e nojento! Não consigo, não consigo… Simplesmente não te consigo esquecer! Elas gemem (ou tentam!), mas para mim, os gemidos delas são gritos que arranham… Arranham os meus ouvidos… E o meu coração… O meu coração porque me fazem compará-las contigo e quando o faço, sinto toda esta frustração, esta dor, esta estupidez, este ódio, esta irritação… De não te poder ter mais… Mas continuo a dormir com elas… Continuo… Para te esquecer…
        Foste-te embora. Abandonaste-me… (Não, outra vez não!) Quando eu mais precisava de ti. Chega! Eu não te abandonei… Porque continuas a dizer isso? Aqui, dentro da minha cabeça? Eu estou aqui, continuo aqui, à tua espera! Porque dizes que te abandonei? Porque é que nunca disseste que precisavas de mim? Nunca disseste… Nunca… Mas eu sabia… Os teus gestos, as tuas palavras, os teus pensamentos… Eu sabia-os todos… Eu compreendia-os… Eu percebia-os… Apenas os ignorei quando tu mais precisavas de mim! Ignorei porque queria… Receava… Não queria… Não queria que te fosses embora, mas foste-te na mesma… Receava… Tinha medo que me abandonasses e sempre acabaste por fazê-lo…
        Afinal, quem se foi embora? Quem abandonou quem? Eu preciso de ti agora e onde estás tu? Quem precisa de quem? Quem foi abandonado? Quem se foi e quem ficou? O que é real e o que é sonho? O que é falso ou verdadeiro? Quem mentiu e quem não mentiu? Quem traiu e quem foi traído?
        Argh… Não consigo dormir… Não consigo dormir outra vez… E tenho medo… Receio… Tenho medo… De não conseguir dormir nunca mais…

      D-Furikuri =P
sinto-me: Positiva
música: Real Face - KAT-TUN
reflexo de turma 12º 12 às 15:38

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Domingo, 2 de Setembro de 2007

Pseudo-gato

gatos.jpg

Se eu fosse um gato deveras, teria a vida feita. Não teria de decidir se sorrio quando não quero, ou destoo dos demais e me aclamo –antipática– com quem não quero… que me importa? É só mais uma decisão… nunca tive problemas em verdadeira, sincera e muito menos em ser brusca, arisca, antipática, mas ouvir o revés começa a ser enfadonho, nauseante… decido sorrir. Deixem-me brincar com a vida! Talvez assim não repare que é ela quem brinca comigo…

Se eu fosse um gato deveras (quem me dera), dormiria, comeria, caçaria talvez, miaria nos telhados por entre a névoa nocturna, correria atrás de gatos/as instintivamente, afiaria as unhas nas árvores, marcaria território e vadiaria naturalmente, como um ser livre que cumpre à risca a vida de qualquer gato/a, sem se preocupar com a rotina que livremente escolheu, sem escolher, sem decidir…

Sem grandes saídas à minha condição humana… se eu decidir não decidir, para além de ser impossível, já estou a decidir.

Decido fumar um cigarro. Só tenho um… fumo ou guardo para amanhã? Fumo. Hoje preciso mais… se eu fosse um gato deveras, seria saudável…

Mais um dia… passa rápido, passa devagar, passa como eu quero! Passa rápido, muito rápido... acho que estou atrasada para alguma coisa lá na frente!

Mais um sorriso, um alegre, um seco… já gastei as opções que tinha…

Se eu fosse um gato deveras…

Chega de condicionais!

 

Sílvia

sinto-me: pensativa
reflexo de turma 12º 12 às 15:23

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